quarta-feira, 5 de junho de 2013

A menina que roubava livros



 "A menina que roubava livros", nos leva a uma viagem à Alemanha dominada pelos nazistas, pelo ódio e a intolerância, na época da Segunda Guerra Mundial. A história de Liezel Meminger é contada por uma narradora muito solicitada naquela época, a morte,que andava ocupada com trabalho de carregar as almas das milhares de pessoas mortas nos campos de concentração, e nos campos de batalha.Nossa personagem se depara muitas vezes com a morte, e para a dita cuja resolver contar a sua história, é porque realmente vale a pena.
    A primeira vez que Liesel se depara com um livro " O manual do coveiro",no enterro de seu irmão, ela o guarda como lembrança até tempos mais tarde, quando aprendeu a ler. Ela é deixada na casa de uma família adotiva, e sua mãe desaparece logo depois, nunca mais dando notícias. Seus pais adotivos, Hans e Rosa Hubermann - um pintor desempregado que toca acordeão e passa as noites acordado ao lado de Liezel por conta de seus pesadelos, e a ajuda a aprender a ler, e uma dona de casa rabugenta - a acolhem tratando-a como filha.
    Sua sede de conhecimento a levam a viver grandes aventuras ao lado de seu melhor amigo Rudy Steiner (que é apaixonado por ela) que a ajuda a roubar livros da casa do prefeito, ganhando a alcunha de "Roubadora de livros".Se torna amiga de Max vandenburg, um judeu que vive no porão e com quem passa horas conversando.
      É um ótimo livro, com uma leitura viciante que prende o leitor até a última página.É sobre o poder das palavras, que elas podem nos ajudar, mas também atrapalhar, dependendo do modo de como a usamos.
    



















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